A Segurança Social conseguiu recuperar 288 milhões de euros através de cobranças coercivas. Só nos primeiros seis meses deste ano foram realizadas quase 250 penhoras. A meta para o conjunto do ano é, recorde-se, de 600 milhões.

De acordo com os dados do Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social, as penhoras são essencialmente de contas bancárias, IVA, IRS e créditos. A decisão de não penhorar a casa de morada da família continua a ser, em regra, respeitada.

Perante a penhora, a maioria dos contribuintes opta por pagar a dívida em prestações. Só no primeiro semestre deste ano foram celebrados mais de 4 mil planos de pagamento faseado.

Ainda segundo os dados do Governo, mais de 13.500 gerentes e administradores de empresas foram chamados a responder pelas dívidas das mesmas.