que fez um pedido formal de extensão do financiamento por seis meses





A Grécia aceita a supervisão do FMI, BCE e União Europeia, (mas não lhe chama troika), durante a vigência esta extensão. Mas depois quer um novo acordo, a que chama um Acordo para a Recuperação e Crescimento da Grécia.

Na sexta-feira passada, o presidente do Eurogrupo tinha dito que «o próximo passo terá que ser dado pela Grécia», isto depois de mais uma reunião sem acordo.

Jeroen Dijsselbloem deixou claro que a proposta dos parceiros europeus para uma solução para Atenas passa pela extensão do atual programa para depois o flexibilizar. 

O pedido formal de Atenas vai ser discutido por teleconferência esta quinta-feira. Para esta sexta-feira às 14:00 (hora de Lisboa) está agendada uma reunião do Eurogrupo para discutir a proposta.

Esta sexta-feira é precisamente o dia em que termina o deadline dado pelos parceiros europeus para um acordo entre o Eurogrupo e a Grécia . Recorde-se um acordo entre Atenas e o resto da Europa é urgente , em virtude de o atual programa de resgate expirar a 28 de fevereiro. Atenas tem reembolsos a fazer, está a ficar sem dinheiro e arrisca-se mesmo, se não houver acordo, a entrar no mês de março em incumprimento.  

Entretanto esta quarta-feira o  Banco Central Europeu prolongou o acesso dos bancos gregos ao mecanismo de empréstimos de emergência, que tem sido uma tábua de salvação para o setor bancário helénico, aumentando o teto para 68,3 mil milhões de euros.