A Grécia está chocada com as exigências impostas pelos credores. Fontes do governo grego classificaram as propostas de “humilhantes” e “desastrosas”.

As maiores críticas vão para a chanceler alemã, Angela Merkel, que tem sido vista como a líder do bloco de países mais duros em relação a Atenas.

Já o presidente do Banco Central europeu, Mario Draghi, é visto como alguém que tem apoiado Atenas.Recorde-se que caso não haja acordo o BCE pode ver-se obrigado a cortar o financiamento de emergência à banca grega.

Entretanto o ministro grego da Defesa e líder do partido que integra a coligação do Governo grego, Panos Kammenos, escreveu no Twitter que Bruxelas quer “esmagar” a Grécia e avisa que para ele, “já chega”.
  O jornal grego Khatimerini adianta que Tsipras quer um acordo para salvar os bancos.
 
​O comunicado que saiu da reunião do Eurogrupo sublinha a necessidade “crucial” de “restaurar” a confiança nas autoridades gregas e rejeita um corte nominal da dívida grega. ​

E, se os líderes do euro chegarem a acordo sobre a proposta final, será pegar ou largar: ou a Grécia aceita as exigências dos credores, ou poderá sair temporariamente do euro, com uma eventual renegociação da dívida. 

Este domingo o Nobel da Economia, Joseph Stiglitz, acusou a Alemanha de "falta de solidariedade" com a dívida grega."Creio que tem sido um desastre. Claramente a Alemanha minou a Europa", afirmou.