O Eurogrupo quer que a Grécia avance imediatamente com as reformas no mercado laboral. Segundo um correspondente da BBC, essas reformas terão de passar no parlamento grego já esta semana, para mostrar que de facto Atenas está seriamente comprometida com Bruxelas.
 
Os ministros das Finanças da zona euro já tinham dito a Euclid Tsakalotos que Atenas vai ter de propor reformas mais profundas para convencer os credores a aceitar negociar um terceiro resgate, 

Uma eventual abertura formal de negociações com a Grécia sobre um terceiro programa de ajuda, a ser acordada no fim-de-semana, terá que ser submetida a aprovação parlamentar em seis Estados-membros da zona euro, designadamente Alemanha, Holanda, Finlândia, Áustria, Eslováquia e Estónia.

Mas segundo relatos de jornalistas finlandeses, a Finlândia está a tomar uma posição ainda mais dura do que a Alemanha.

Com ou sem acordo, o ministro grego da Economia, Giorgos Stathakis, revelou este sábado que o controlo de capitais é para continuar. Em entrevista à Mega TV, citado pela Reuters, o governante sublinhou que mesmo que os bancos abram esta semana a restrição aos levantamentos bancários vão permanecer durante algum tempo.