O indicador de clima económico diminuiu ligeiramente em novembro, após ter estabilizado no valor máximo desde julho de 2008, durante três meses consecutivos, segundo dados publicados esta quinta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística.

Já indicador de confiança dos consumidores aumentou, atingindo o valor mais elevado desde maio de 2002 e prolongando a acentuada tendência ascendente observada desde o início de 2013.

Segundo o Instituto Nacional de Estatística, o comportamento do indicador resultou do contributo positivo de todas as componentes, mais expressivo no caso das expetativas sobre a evolução da situação económica do país.

Sem a utilização de médias móveis de três meses, a recuperação do indicador de confiança deveu-se sobretudo ao contributo positivo das perspetivas relativas à evolução do desemprego e, em menor grau, da poupança.

Já na zona euro e na União Europeia, o indicador do sentimento económico manteve-se praticamente estável em novembro, face a outubro, contrariando pelo segundo mês a tendência de queda, segundo dados hoje divulgados por Bruxelas.

Segundo dados da Direção-Geral dos Assuntos Económicos e Financeiros da Comissão Europeia, o ISE subiu ligeiramente 0,1 pontos na zona euro, para 100,8, enquanto no conjunto dos 28 Estados-membros recuou uns também ligeiros 0,1 pontos, para os 104,1.