Os ministérios da Solidariedade, Emprego e Segurança Social, da Agricultura e do Mar e da Administração Interna assinam esta terça-feira um protocolo de cooperação que visa colocar, mais uma vez, desempregados a vigiar e a proteger as florestas.

Em comunicado, o Governo adianta que o protocolo “Trabalho Social pelas florestas” pretende valorizar e proteger a floresta e melhorar os níveis de empregabilidade e promover “a reinserção no mercado de trabalho dos cidadãos que se encontrem em situação de desemprego, através do desenvolvimento de trabalho socialmente necessário”.

“A importância do setor florestal para o bem-estar ambiental e social e o seu interesse para a economia nacional é por demais evidente, constituindo as florestas um dos recursos principais do nosso país”, salienta.

O Governo sustenta que as florestas “contribuem para a prevenção da erosão dos solos, colaboram para a regulação do clima e dos recursos hídricos, concorrem para a biodiversidade, combatem a desertificação, contribuem para o sequestro de carbono e proporcionam espaços de lazer e recreio”.

Os riscos que impendem sobre a floresta, “exigem uma ênfase na prevenção dos impactos negativos, por via da prevenção, deteção e vigilância” e intervenções de prevenção e recuperação de áreas atingidas por incêndios, doenças e pragas, refere o governo.

O número de beneficiários de apoios em situação de desemprego voltou a cair em maio, para as 281.059 pessoas, sendo preciso recuar até janeiro de 2009 para encontrar um número mais baixo, segundo dados da Segurança Social publicados esta segunda-feira.