Apesar da greve de 10 dias de maio, a TAP fechou o semestre com 5,3 milhões de passageiros. Entre janeiro e junho, a empresa registou um crescimento residual de 0,1%, o que mostra uma recuperação face às paralisações convocadas pelo Sindicato dos pilotos.
 
Os dez dias de greve que decorreram em maio acabaram por diluir o crescimento que a companhia aérea tinha conseguido acumular nos primeiros quatro meses do ano, que foi de 1,5% face a igual período do ano passado.
 
Recorde-se que, ainda assim, a empresa conseguiu assegurar 70% da operação nos dias de greve. Mesmo assim, a TAP perdeu, neste período, 6,3% de passageiros.
 
A evolução da procura permitiu uma subida na taxa de ocupação dos aviões, ainda que o presidente da TAP, Fernando Pinto, já tenha admitido que a tarifa média está mais baixa do que no ano passado.
 
De acordo com o jornal Diário Económico, no primeiro trimestre, entre janeiro e março, a TAP arrecadou quase 420 milhões de euros na venda de passagens aéreas, menos 0,8% face ao ano passado.