O economista chefe da Confederação Espanhola das Organizações Empresariais defende que a idade da reforma deverá ser alargada aos 70 anos, sendo que para receberem 100% da reforma, os candidatos a pensionistas deverão ter 40 anos de descontos. Para receber 50% da reforma, o período mínimo de descontos deveria ser de 20 anos.

José Luis Feito, quer é também presidente do Instituto espanhol de Estudos Económicos, considera ao jornal El País que o gasto com as prestações sociais está a crescer a um ritmo muito rápido, classificando este crescimento como insustentável: «Deveria acelerar-se a reforma das pensões para que se possam pagar, porque com um crescimento de cinco por cento das pensões, quando a economia irá crescer dois por cento em termos nominais faz com que o sistema expluda», justificou.