O défice operacional conjunto da Estradas de Portugal e da Refer vai atingir o montante de 10,6 mil milhões de euros em 2019, se se mantiver o modelo atual de gestão das duas empresas, sem a fusão que está prevista, escreve o Diário Económico.

Atualmente há uma falha de 3,4 mil milhões de euros entre receitas e despesas no agregado das duas empresas, e esta é uma das razões para a comissão de acompanhamento da fusão considerar que o atual modelo de gestão não é sustentável.

António Ramalho defende que o processo de fusão entre as duas empresas tem vantagens na redução de custos, aumento da receita e na valorização do ativo.

O processo está a ser preparado há vários meses e deverá estar juridicamente efetivada entre o final deste ano, início de 2015. O Governo prevê que as poupanças ascendam a 1,021 milhões de euros entre 2015 e 2019.