A Camargo Corrêa, empresa brasileira que controla a Cimpor, está a estudar a venda de ativos, o encerramento de algumas unidades industriais menos produtivas e rescisões de pessoal, em particular no mercado brasileiro, revela o Diário Económico.

As mudanças surgem na sequência do arrefecimento da economia no Brasil e dos vários processos de que tem sido alvo, nomeadamente no âmbito da operação Lava Jato.

No primeiro semestre, a cimenteira registou uma quebra de 13,5% em volume de vendas e 16,1% em valor, para os 474,4 milhões de euros.

Em Portugal a situação da Cimpor está mais desafogada: no primeiro semestre do ano as vendas subiram 1,4% em volume e 6,9% em valor, para 150,6 milhões de euros.

O grupo brasileiro assume que no final do primeiro semestre estava exposto a passivos contingentes de 688 milhões.