Para aproveitar na íntegra os benefícios fiscais associados às faturas registadas no site do E-Fatura, os contribuintes vão ter de rever as faturas já validadas.

Isto porque, segundo o Jornal de Negócios, algumas empresas que prestavam serviços ou transacionavam bens de uma determinada atividade não estavam devidamente registadas no CAE e, ao fazer a atualização, obrigam à verificação das faturas que passaram.

Um exemplo é a aquisição de livros escolares em grandes superfícies: se o hipermercado não tivesse o CAE relativo a educação, as faturas não podiam ser admitidas como despesas de educação, caindo na rubrica de despesas gerais familiares.

Refeições escolares, produtos de saúde adquiridos em grandes superfícies ou supermercados que também têm espaços de restauração são outros dos exemplos.