Enquanto o primeiro-ministro questiona o TC sobre o modo como deverão os salários dos funcionários públicos ser repostos para níveis de 2010 e como deverá ser pago o subsídio de férias, hospitais, escolas e universidades estão sem saber o que fazer, escreve o «Jornal de Negócios».

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Recorde-se que Passos Coelho admitiu na terça-feira que «haverá serviços que terão dificuldade em dar seguimento a esse acórdão», em junho, admitindo a reposição de salários possa atrasar para julho.

Mas caso a reposição dos cortes for adiada para julho, os funcionários da administração central ficam prejudicados face aos de algumas Câmaras Municipais, uma vez que algumas das maiores autarquias do país, como Lisboa, Porto e Braga tinham já garantido que têm condições para pagar salários sem cortes já este mês, escreve o «Negócios».

Os dias são, portanto, de incerteza. Vários serviços do Estado aguardam as orientações do Ministério das Finanças. Governo diz estar à espera da «aclaração» do TC.