Os aforradores portugueses colocaram um valor recorde em Certificados de Aforro e Certificados do Tesouro Poupança Mais em janeiro, para evitar o corte das taxas que foi decidido para as aplicações feitas a partir deste mês.

As subscrições líquidas dos produtos de dívida do Estado direcionada para o retalho superaram a fasquia de 1,5 mil milhões de euros até perto do final da semana passada, revela o «Diário Económico».

No primeiro mês do ano o Estado assegurou cerca de dois terços do financiamento previsto para todo o ano de 2015 através da subscrição destes produtos.

No ano passado, estes produtos representaram um financiamento de cerca de cinco mil milhões de euros, um valor equivalente a um terço das necessidades de financiamento líquidas do Estado em 2014.