Uber e o seu rival chinês Didi Chuxing vão fundir as suas operações na China. Será um ponto final numa competição feroz pelo mercado naaquela que é a segunda maior economia do mundo, avança a agência Bloomberg.

A Uber ficará com 20% da futura empresa. Aquela agência especifica que o negócio está avaliado em 35 mil milhões de dólares, cerca de 31,3 mil milhões de euros.

O presidente-executivo (CEO) da Uber, Travis Kalanick, tem salientado que a empresa é rentável em muitos mercados, mas na China é difícil marcar passo em relação ao líder, que é precisamente a marca Didi Chuxing. Daí a nova estratégia de negócio no país.

O próprio Kalanick publicou um post no seu blogue dando conta do negócio, recordando que foi há três anos que a Uber entrou naquele mercado.

"Nós crescemos super rápido e estamos agora a fazer mais de 150 milhões de viagens por mês. Isso não é coisa coisa pouca. (...= No entanto, como empreendedor, aprendi que ser bem sucedido é saber ouvir a cabeça, bem como seguir o seu coração. Uber e Didi Chuxing estão a investir milhões de dólares na China e ambas as empresas ainda têm de alcançar lucro". 

Ou seja, acrescenta, chegar à rentabilidade" é a única maneira de construir um negócio sustentável que pode servir melhor os chineses, motoristas e cidades a longo prazo".

O CEO da Uber diz não ter "nenhuma dúvida de que Uber China e Didi Chuxing serão mais fortes juntas". A mensagem tem circulado nas redes sociais:

Em Portugal, a Uber tem dado muitas dores de cabeça aos taxistas e têm-se levantado questões sobre a legalidade da atividade.