cheque-formação

"Queremos conseguir garantir efetivamente que, quer a trabalhadores que estão neste momento ativos, quer a ativos que estão desempregados, que passe a ser o próprio trabalhador, o próprio desempregado ou a própria empresa a escolher o seu processo formativo. Isto é, não estão sujeitos única e exclusivamente à oferta formativa que existe. Passa a haver uma capacidade de escolha pelo próprio trabalhador, pelo próprio desempregado ou pela própria empresa"


reunião em sede de Concertação Social





"O cheque pode ser entregue à empresa ou ao trabalhador, há as duas modalidades. É a empresa ou o trabalhador que pode escolher e não fica sujeita ao previsto na lei. Cabe ao trabalhador escolher essa oferta".



Críticas dos sindicatos





O que diz o projeto de portaria