A ADSE garantiu um saldo positivo histórico de 201 milhões de euros no ano passado. As contas estão mais equilibradas, mas o sistema de saúde dos funcionários públicos está mais pequeno, escreve o Jornal de Notícias.
Todos os meses, 238 trabalhadores do Estado renunciam à ADSE.

Desde que os descontos obrigatórios aumentaram, no ano passado, que a ADSE perdeu mais de 46 mil pessoas. Parte por morte dos beneficiários, pela saída dos funcionários do Estado e por renúncias de trabalhadores e pensionistas.

Financiada pelos funcionários, a ADSE surgiu há 50 anos e dispõe de uma rede de protocolos com 40 mil entidades privadas de cuidados de saúde.

Além da ADSE, o Estado dispõe ainda de um regime próprio para militares e polícias.

O Governo quer avançar para a harmonização das regras entre os três subsistemas.