Os pedidos semanais de subsídios de desemprego nos Estados Unidos baixaram em dois mil e fixaram-se em 326.000 no fim da semana passada, o nível mais baixo em seis semanas, disse esta quinta-feira o Departamento do Trabalho norte-americano.

Este indicador registou alguma volatilidade entre o fim de novembro e o fim de dezembro devido à sazonalidade do trabalho na temporada de compras do Natal.

Já o número médio de pedidos de subsídios de desemprego em quatro semanas, que é um indicador mais fiável da tendência, caiu em 13.500 e ficou em 335.000, o menor nível em cinco semanas.

No final da semana terminada a 04 de janeiro, recebiam o subsídio pago pelo Estado 3,03 milhões de pessoas.

O período do subsídio de desemprego, que antes da crise era de 26 semanas, foi estendido durante a crise, nalguns casos até 90 semanas. Essas extensões terminaram a 28 de dezembro e cerca de 1,35 milhões de pessoas desempregadas há mais de 26 semanas deixaram de receber os cheques.

Segundo os republicanos, que se opõem às extensões e têm a maioria na Câmara dos Representantes, o programa que prorroga o prazo dos subsídios custa 26 mil milhões de dólares (cerca de 19 mil milhões de euros) por ano. Eles também acreditam que se as pessoas ficarem sem subsídio farão um esforço maior para encontrar emprego.

Os dados hoje divulgados pelo Departamento do Trabalho mostram ainda que, no total de 2013, a economia dos Estados Unidos criou uma média de 180 mil novos postos de trabalho por mês, quase o mesmo nível de 2012.