A Europa deverá sair da recessão na segunda metade de 2013 e voltará ao crescimento em 2014, segundo as previsões da gestora de ativos do grupo JP Morgan, baseadas nos «bons dados macroeconómicos».

O diretor de Estratégia da J.P.Morgan Asset Management, Manuel Arroyo, citado pela Lusa, mostrou-se convencido de que a queda da inflação, que qualificou de «bastante agressiva», irá permitir que os consumidores europeus tenham um maior poder de compra contribuindo assim para o crescimento económico.

A poupança, outro dos indicadores fundamentais, permitiu que a situação na Europa esteja «a melhorar e a estabilizar», realçou Arroyo.

A gestora do grupo J.P Morgan valorizou também o facto de a Europa «estar a avançar» para um sistema de união bancária, bem como reconheceu que «é positiva» a aproximação dos programas de austeridade postos em prática pelos países que pediram ajuda externa, já que com o objetivo de redução dos défices orçamentais conseguiram estender os prazos de cumprimento das metas entre um a dois anos.

Manuel Arroyo disse ainda que «o principal risco atual» seria haver «um erro na política monetária», o qual teria «um grande impacto» a nível macroeconómico.