«Era, às vezes. Às vezes, os pedidos eram feitos após uma reunião feita com as pessoas mais próximas dele [do departamento financeiro. Mas sim, pode dizer-se que era um pedido direto dele. Ele representava o acionista principal»


Sem questionar



Mas, se eram positivas, por que é que não passaram pela comissão executiva?

«Pelo caráter de urgência e o facto de serem verdadeiramente temporárias . Eu tive de decidir na hora, sem os consultar. Eles souberam depois»


«A última, de 50 milhões, foi para ajudar a ESFG a poder participar no aumento de capital do BES. Quem era a Tranquilidade para dizer que não? Havia as razões todas e mais algumas para não questionar isso ao acionista. O acionista esteve lá 25 anos e nunca fez mal à companhia. Não ia ser eu o mau da fita...»

«Achavam que os montantes adicionados já eram demais»



«não havia procedimentos internos para tratar de investimentos desta natureza»

«Basicamente não houve razão específica nenhuma. Foi o que foi. Percebi que estava a chegar a um ponto importante»






GES propôs à Tranquilidade que ficasse com ações como forma de pagamentoA Tranquilidade recusou