versão de Ricardo Salgado sobre os contactos «ao mais alto nível» com membros do Governo

O Grupo Espírito Santo era «o maior grupo empresarial português confrontava-se com passivo de 6,7 mil milhões de euros». «Qualquer solução que passasse por não deixar cair desordenadamente precisaria de ser negociada. Não podia sequer imaginar que desmoronamento fosse indiferente às autoridades do país e da Comissão Europeia».

«Qualquer eventual solução precisaria de tempo para ser discutida e contratualizada. Era urgente tomar iniciativa de desencadear início deste processo e fazer contactos, inclusive, ao nível do conhecimento do presidente da comissão europeia». O Governo foi contactado «ao mais alto nível», bem como «o presidente da Comissão Europeia, governador do Banco de Portugal e principais credores» 


encontro com o Presidente da República, Cavaco Silva, que Ricardo Salgado garante ter tido

«Nas reuniões em que estive presente, Ricardo Salgado tentou perceber que tipo de ajuda institucional podia ter. Leia-se, tempo». Mas também se Governo podia «sensibilizar» CGD para conceder financiamento às entidades que viessem a adquirir ativos financeiros à RioForte






não sabia que elas eram gravadas, até porque os telemóveis e os tablets ficavam à porta

encontrou um cenário bem diferente daquele que lhe foi pintado pelo Banco de Portugal