«A ESCOM nunca foi capitalizada. Sempre viveu do crédito, do financiamento bancário. Quando nos metemos no setor da prospeção de diamantes, podíamos ter a sorte e a fortuna de ter encontrado reservas, mas podíamos não ter encontrado. Só em prospeção devemos ter gasto 300 milhões de dólares.  Em abono da verdade, já por volta de 2005, o Dr. Ricardo Salgado me dizia que seria muito difícil apoiar a ESCOM dada a necessidade de capital que a empresa tinha»





Foram, mesmo, «um bónus». Ao Parlamento, chegará uma «lista exaustiva» sobre quem recebeu, quanto e o quê

Sobrinho fez «um trabalho extraordinário» e que o próprio Ricardo Salgado o considerava um «grande banqueiro»