O ministro da Economia, António Pires de Lima, afirmou esta quarta-feira quer seria uma "perversão enorme do sistema" atribuir as funções de gestão de fundos reembolsáveis com origem em fundos europeus a uma instituição como a Caixa Geral de Depósitos.

"As funções de gestão de fundos reembolsáveis com origem em fundos europeus nunca poderiam ser alocadas a um banco comercial que vive em regime de concorrência com todo o setor financeiro", disse Pires de Lima, justificando assim a criação da Instituição Financeira de Desenvolvimento (IFD), conhecida como Banco de Fomento.

Pires de Lima frisou que essa possibilidade "seria uma perversão enorme do sistema, seria proibido".