A Caixa Geral de Depósitos deverá ficar de fora do aumento de capital que a seguradora Fidelidade vai realizar, avança o Diário Económico. O banco deverá reduzir a sua participação na seguradora dos atuais 15% para cerca de 12%, mas vai continuar a ser representado no conselho de administração.
 
A assembleia geral de acionistas vai reunir-se no dia 13 de setembro. Da ordem de trabalhos consta a aprovação de um aumento de capital de 607 milhões de euros, dos quais 500 milhões são em numerário e que serão assumidos, na maior parte, pela Fosun.
 
A  operação prevê ainda entradas em espécie, através da entrega de ações da Multicare e da Cares.
 
Em 2013, a CGD vendeu 80% da Fidelidade ao grupo chinês Fosun, por mil milhões de euros, mas manteve uma participação de 15%, no âmbito de uma parceria estratégica que prevê a comercialização exclusiva dos produtos financeiros da seguradora através dos balcões do banco, durante 25 anos.