A Luftansa oferece assistência financeira imediata de até 50 mil euros por passageiro que ia no voo da Germanwings que se despenhou na terça-feira nos Alpes franceses, escreve a Reuters. Falta ainda apurar a indemnização, o que será feito depois de terminado o inquérito às causas do acidente.

A Germanwings é a low-cost da transportadora aérea alemã.

Segundo o Protocolo de Montreal, que tem entre os países signatários os Estados-membros da união Europeia, «o transportador é responsável pelo dano causado em caso de morte ou de lesão corporal de um passageiro pela única razão de que o acidente que causou a morte ou lesão produziu-se a bordo da aeronave durante qualquer das operações de embarque ou desembarque». 

Sendo que quatro das vítimas mortais eram tripulantes, cujas normas são diferentes, as 146 mortes custariam pelo menos 21 milhões de euros. Mas a isto acresce uma indemnização fixada por cada passageiro. 

A norma europeia estabelece que os seguros devem cobrir possíveis custos por passageiro de 316 mil euros. 

A imprensa alemã tinha adiantado esta semana que, ainda que a indemnização ainda não esteja fixada, a transportadora aérea vai adiantar no prazo de 15 dias 24 mil euros aos familiares por cada entre falecido, surge  para fazer face a possíveis necessidades urgentes. Esse montante irá ser posteriormente descontado aquando da atribuição da indemnização total.