A futura gestão da Carris e Metro de Lisboa pela autarquia pode incluir também a EMEL, numa holding que agregue as 3 empresas, escreve o Negócios. A opção já foi estudada no passado, tendo sido mesmo sugerida ao anterior governo.

Desta forma seria mais fácil usar as receitas do estacionamento para ajudar a financiar o sistema de transportes.

O Estado poderá ajudar a comparticipar a diferença entre as tarifas sociais e as restantes, mas para os outros custos deverá haver mais soluções.

Entre as propostas, a possibilidade de usar as receitas do IMI de imóveis valorizados pela localização junto a transportes.

A proposta original da autarquia abrangia apenas a Carris, mas a câmara acabou por aceitar ficar com o Metro. Os privados estarão mais interessados na Carris, já que o Metro é mais difícil de rentabilizar.

O Governo ainda não decidiu se vai aceitar a proposta de António Costa.