A nova Instituição Financeira de Desenvolvimento, o chamado Banco de Fomento, afinal vai ficar na gaveta, segundo o jornal i.

O projeto está «encalhado» entre os ministérios da Economia, das Finanças e ainda do ministro adjunto e do Desenvolvimento Regional. Mas seja qual for o modelo a adotar, não deverá ser equiparado a um banco.

O mais provável é que venha a ser apenas uma agência, no mesmo nível de outras entidades financeiras existentes na esfera do Estado. Por resolver está o futuro da comissão instaladora, recrutada a peso de ouro, já que deveria integrar a futura administração do banco.

Três dos membros da comissão instaladora ganham quase meio milhão de euros por ano.