“A ANA nunca foi o sujeito passivo dessas taxas. O sujeito passivo dessas taxas era o passageiro” e o que a ANA fez foi “disponibilizar-se para suportar esse custo durante o ano de 2015, para não criar um problema de incomodidade para os passageiros”, afirmou.





















Número de passageiros deverá aumentar


“No ano passado, atingimos [um crescimento de] 9,5% no conjunto dos aeroportos. Confesso que julgava que seria um número imbatível, mas este ano vamos batê-lo e ficar acima dos 10%, com toda a certeza, para o conjunto dos aeroportos”, disse.