"Hoje foi considerado prioritário contestar qualquer tentativa de aplicar novos cortes às pensões, seja através do corte dos 600 milhões de euros que o PSD pretende fazer, seja devido à redução da taxa social única que o PS pretende fazer, que irá levar a reformas mais baixas", disse o secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, à agência Lusa no final de um encontro sindical.


"Este foi o segundo encontro/debate realizado com o intuito de começar a preparar o próximo congresso da Intersindical, que se realiza no próximo ano, e foi reafirmada a orientação da CGTP no sentido de continuar a trabalhar nas empresas para dar resposta aos problemas dos trabalhadores, nomeadamente combatendo a precariedade e defendendo o emprego digno, com direitos e salários adequados."


"É importante que o PSD e o PS assumam se vão ou não revogar as normas do Código do Trabalho que vieram a agravar as condições de trabalho e facilitar os despedimentos."


"Tudo indica que vamos atingir, e até ultrapassar, a meta definida no último congresso de conseguir 100.000 novos sindicalizados em quatro anos", disse, acrescentando que em pouco mais de três anos já foram conseguidas mais de 82.000 sindicalizações.