A transferência da ADSE do Ministério das Finanças para a tutela da Saúde poderá implicar os mesmo critérios de austeridade que foram aplicados ao Serviço Nacional de Saúde.

Segundo o Correio da Manhã, prevê-se um corte nas comparticipações dos medicamentos, exames e consultas no privado, apesar da contribuição dos beneficiários ter aumentado para os 3,5%.

Um dos exemplos da redução dos benefícios aconteceu em janeiro, quando médicos denunciaram que o Estado estava a dar aos funcionários públicos com cancro, que são tratados no privado, medicação que recusava aos doentes seguidos no SNS.

Para o economista Eugénio Rosa, esta medida não seria de estranhar, já que seria um excedente maior que iria compensar as medidas que foram chumbadas pelo Tribunal Constitucional.