A venda do Novo Banco foi cancelada. De acordo com o que a TVI apurou, vai ser aberto um segundo concurso, com regras mais flexíveis. Deixa de ser obrigatória a venda a 100% e a instituição pode ser vendida a mais do que um investidor.
 
Ao que a TVI apurou, uma parte do capital também pode passar por uma dispersão em bolsa e fundo resolução pode manter-se como acionista.
 
O supervisor vai pedir à gestão de Stock da Cunha uma proposta para repor os rácios de capital. O plano estratégico admite para venda de ativos minimizar necessidades de capital. Um novo concurso só avança depois do plano e dos resultados dos testes de stress.
 
Se algum tribunal der razão aos lesados e à Goldman, o responsável será sempre o fundo de resolução.
 
Para amortizar empréstimos estatais de 3.900 milhões de euros, o fundo de resolução vai financiar-se do mercado.

Esta terça-feira de manhã soube-se da intenção do Banco de Portugal de adiar a venda do Novo Banco para depois das eleições. Passos Coelho reagiu a essa notícia dizendo que confia no Banco de Portugal.