Bruno de Carvalho discursou no início da Assembleia-Geral do Sporting, antes de iniciar o período de discussão e votação, e referiu que ia votar "Não" em todos os três pontos da ordem de trabalhos, sendo que um deles define diretamente a sua continuidade na presidência do Sporting.

O Presidente enumerou treze razões para o fazer.  

O ponto 11 desses argumentos envolvia Marco Silva, antigo treinador dos leões e que deixou o clube leonino após ganhar a Taça de Portugal em 2014/15, época que ficou marcada pela polémica entre ele e Bruno de Carvalho.

O presidente revelou o motivo da polémica, na sua versão dos factos: "Aquele Marco Silva que por minha influência foi despedido do Olympiakos, desceu uma equipa que gastou milhões e foi despedido do Watford. Agora peço silêncio porque tanto queriam ouvir a explicação, então vão ouvi-la."

"Esse Marco Silva cujas ordens no Record eram de que tudo que se falasse sobre ele passasse por esse benfiquista intrujo e cartilheiro, Nuno Farinha. Esse Marco Silva que disse a jornalistas que eu nunca o iria despedir do Sporting, mas que seria ele a levar os adeptos do Sporting a despedirem-me a mim. E agora venha Rui Morgado, Marco Silva, os apologistas do eterno despedido ou do churrasquinho fazer-me processos, porque a minha paciência esgotou. O que eu sempre fiz foi defender o Sporting, contra tudo e contra todos."

Bruno de Carvalho disse ainda que Marco Silva era a voz dos seus opositores: "O que é bom é um treinador ainda idolatrado pelos meus detratores, pois era de facto a sua voz. Todos eles têm razão, um por ser advogado reputadíssimo e outro por ser campeão de páginas de jornais ou despedimentos, com facto ou sem fato."

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