Nicolau Breyner foi ator, produtor, realizador, um homem ligado à representação, no cinema, no teatro, na formação de atores e, sobretudo, na ficção em televisão. Nascido em 1940 em Serpa, cedo partiu para Lisboa onde viveu, estudou e fez os primeiros trabalhos como ator.

1 - Em 1974, após o 25 de abril, criou o programa “Nicolau no País das Maravilhas”, no qual protagonizou, com Herman José, a rábula “Senhor Feliz e Senhor Contente”
 

2 - Já em 1980 estreou a sitcom "Eu Show Nico", um programa de humor e canções, interpretado e protragonizado por Nicolau Breyner.

3 - A partir de então, sucederam-se as suas participações em dezenas de produções de ficção. Estreou-se como ator, produtor e coautor do guião na primeira telenovela nacional, “Vila Faia”, em 1982.

4 - Na TVI, Nicolau Breyner participou em várias produções, estando atualmente a filmar a novela “A Impostora”.

5- Fez ainda parte de “Equador”, a série baseada na obra Equador de Miguel Sousa Tavares. Na produção, interpretou a personagem Mário Maltez.

6 - Na TVI participou ainda em “Meu Amor”, a novela da TVI que ganhou um Emmy, onde interpretou Raimundo Patrício Gonzaga da Olivença, patriarca de uma família abastada e também dono de uma grande empresa.

7 - No cinema, a sua participação recua até 1961, com o filme "Raça".

8, 9, 10 - Mais recentemente, o ator participou, entre outros, em "Call Girl" (2007) e “Os gatos não têm vertigens” (2014) e assumiu o papel de realizador em “Contrato”.

 

Henrique Campos, Joaquim Leitão, António-Pedro Vasconcelos, Luís Galvão Telles, António da Cunha Telles, Leonel Vieira, Jorge Paixão da Costa e Fernando Lopes foram alguns dos realizadores com quem trabalhou.

Distinguido em 2005 com a Ordem de Mérito, Nicolau Breyner desejava ver no Alentejo a criação de uma estrutura profissional de captação de produções de cinema para a região, que nunca foi completamente concretizada.

Em 2010, quando celebrou 50 anos de carreira, protagonizou o espectáculo "The Opera Show".

Apesar do tempo passado em Lisboa, Nicolau Breyner nunca esqueceu o Alentejo e cumpriu funções políticas na região.

Nos anos 1990, candidatou-se à autarquia de Serpa, pelo CDS-PP, e assumiu funções como vereador.

Na década seguinte chegou a ser militante do PSD e, mais recentemente, integrou a candidatura de Nuno da Câmara Pereira pelo SIM - Movimento Independentes por Sintra à presidência da câmara.