«O Ivan quis oferecer-me este filme. Há ano e meio ele disse-me: ‘Vou fazer o filme da sua vida'. Andou atrás de mim, foi a Toronto, a Madrid, ao Brasil, e foi filmando, filmando e fazendo uma retrospetiva, e fez este documentário que é muito cheio de afetividade - o que ele tem sobretudo é afetividade»

um filme de afetos, amizades, um filme de amor

«Neste filme, e só para os amigos, Carlos do Carmo revela-se, o que me permitiu, como realizador, poder mostrar este mundo que ele não pôde mostrar ao grande público, e só mostrava aos amigos»




«É indispensável, para a memória do futuro, para as pessoas saberem quem nós éramos, ao que andávamos, como era o nosso feitio, e depois têm os discos para ouvir.»