DocLisboa 2011 abre com «Crazy Horse»

Festival decorre entre os dias 20 e 30 de Outubro

Por: Redação / PC    |   19 de Setembro de 2011 às 16:26
O DocLisboa 2011 começa no dia 20 de Outubro e a sessão que vai abrir o festival será «Crazy Horse», de Frederick Wiseman, cuja presença está prevista. O IX DocLisboa Festival Internacional de Cinema termina no dia 30 de Outubro com a exibição de «Photographic Memory», de Ross McElwee, que também estará presente

A organização do DocLisboa 2011, dirigida por Anna Glogowski, destaca também na programação os filmes «George Harrison: Living in the Material World», de Martin Scorsese, e «Monterey Pop», de D.A. Pennebaker, que abrirão e fecharão a secção Heart Beat, respectivamente.

O DocLisboa dedica uma retrospectiva a Harun Farocki e estará presente no Palácio Galveias a exposição «Três Duplas projecções». O cineasta e artista visual alemão dará uma masterclass no dia 25 de Outubro, na Culturgest.

O fesival deste ano vai também apresentar um ciclo de filmes que assinalam o 50º aniversário da guerra colonial - feitos na perspectiva dos movimentos africanos de libertação. Em colaboração com a Cinemateca Portuguesa será feita uma restrospectiva da obra de Jean Rouch.

As primaveras árabes e a situação no Irão terão também um foco especial e fora de competição são destacados os filmes «Il Nous Faut du Bonheur», de Alexei Jankowski e Alexander Sokurov, «La Nuit Tombe sur la Ménagerie», de Nicolas Philibert, «New York Memories», de Rosa von Praunheim e «Agnès de ci de lá Varda», de Agnés Varda.

O DocLisboa 2001 vai passar pela Culturgest, Cinema São Jorge, Cinemateca Portuguesa e Cinema Londres e terá como presidente do júri internacional Peter von Bagh.
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EM BAIXO: DocLisboa 2011 - cartaz
DocLisboa 2011 - cartaz

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BES: «Não encostei uma pistola à cabeça de ninguém»

«Fala-se do buraco, do buraco, do buraco no meu mandato... Apresentem-me números». Ano e meio depois de sair, ex-presidente do BESA diz que a carteira de crédito cresceu ainda mais, com outros a liderar o banco. Quanto à garantia do Estado angolano, afirma que caiu por culpa do Banco de Portugal. Já sobre os créditos em si, assume a responsabilidade por tê-los pedido, mas quem autorizou foi o BES: «Não encostei uma pistola à cabeça de ninguém». Há alguma contradição nas suas explicações sobre onde é que, afinal, pára o dinheiro dos polémicos créditos que desapareceram