O ator norte-americano Philip Seymour Hoffman, que morreu em fevereiro de overdose, não deixou a fortuna, avaliada em cerca de 25 milhões de euros, aos filhos mas à companheira de longa data, Mimi O`Donnell, porque queria que eles trabalhassem e ganhassem o seu próprio dinheiro.

De acordo com os documentos sobre o testamento, agora revelados, Seymour Hoffman não queria que os filhos vivessem da sua herança e se tornassem crianças mimadas. O ator acreditava que a companheira e mãe dos filhos iria saber gerir o dinheiro e educar as crianças.

O ator tinha três filhos: Cooper, de 10 anos, Tallulah, de sete anos, e Willa, de cinco anos.

Seumour Hoffman não foi a única celebridade a demonstrar preocupações em relação ao futuro dos filhos e da fortuna.

Recentemente, Sting declarou que não ia deixar a herança, avaliada em 222 milhões de euros, aos filhos porque queria que eles trabalhassem.

Já o bilionário Warren Buffet adotou uma estratégia diferente. Doou grande parte da fortuna a fundações e instituições de caridade mas os três filhos não foram completamente deixados de fora da herança. Buffet diz que lhes deixa o suficiente para que os filhos possam construir algo de bom.