Um norte-americano residente no Tennessee está a processar a Apple por permitir o acesso a pornografia, alegando que o gigante tecnológico permite a «exibição de conteúdo sexual explicito» e como tal levou «à proliferação do vício excitante», escreveu na denúncia de 50 páginas, noticiada pela edição online da revista Time.

O advogado, Chris Sevier, alega mesmo que a Apple devia instalar um filtro nos seus browsers de forma a bloquear todos os conteúdos pornográficos. A política que propõe só permitiria o acesso livre a pornografia online depois de contactada a Apple e depois dos usuários declararem que conheciam os perigos da pornografia. Só então, a empresa enviaria um código que permitia o acesso.



Chris Sevier vai mais longe no jogo de culpas e culpa a Apple pelo fim do seu casamento, alegando que a empresa lhe causou «stress emocional ao ponto de ter que ser hospitalizado». Culpando a Apple por não o ter avisado dos perigos da pornografia, o norte-americano alega que está agora a braços com um vício para o resto da vida.

«A Apple sabia ou deveria saber que o impacto de tal condição poderia destruir a família do autor, qualidade de vida, a capacidade de produção de renda», disse na queixa.

Até agora a empresa não se pronunciou.