“As diligências de investigação realizadas permitiram esclarecer, sem qualquer dúvida, que a pretensa vítima simulou a privação da liberdade após ter passado a noite em bares e boates com diversas companhias femininas e, por ter receio da reação da entidade patronal, decidiu simular a privação da liberdade”, refere a PJ em comunicado.




“Apenas conseguiu chegar àquele local no momento da maré vazante e, por não saber nadar, não sabia como escapar da situação que criara”, refere ainda a PJ.