Uma menina de 11 anos escreveu uma carta a um clube da liga americana de hóquei. «Caros Minnesota Wild», começa assim a carta ao clube de hóquei da sua terra natal, nos Estados Unidos, e onde Jordyn vive – ou melhor - vivia sozinha com a mãe e os três irmãos, já que o pai, Jordan Leopold, jogador profissional da modalidade, foi trabalhar para um clube a milhares de quilómetros de casa.

A carta, manuscrita e dirigida à equipa técnica do clube da terra, conta as saudades que o pai sente da família, de como se sente sozinho sem a companhia dos filhos. Para mais, Jordan Leopold estava numa equipa que não precisava de um defesa, já que os Columbus Blues Jackets não colocavam o defesa de 34 anos a jogar desde novembro.
Por isso, num discurso entre a análise técnica e a emoção, Jordyn sugere aos Minnesota Wild – que não têm ganho jogos – que contratem um defesa, ou seja, o seu pai.

    Pelos vistos, numa avaliação meio técnica, meio emocionada, a equipa técnica resolveu contratar mesmo Jordan Leopold.

Todas as semanas, antes do jogo, um dos espectadores do estádio, faz as honras da casa, uma espécie de pontapé de saída a dizer: «Vamos jogar hóquei!». Essa honra foi dada a Jordyn, a menina corajosa que escreveu uma carta a um grande clube, mas que, confessou, se sentiu um pouco nervosa naquela altura.