"Assim que ela ficou doente, surgiu imediatamente a ideia de que deveríamos fazer isso por ela, por mais impossível que pareça hoje. Fiquei realmente dividido quanto a esta ideia, mas precisava de me agarrar a ela. Então, expliquei tudo à minha família",  revela o pai, Sahatorn, à BBC.



"Como cientistas, temos 100% de confiança de que isso acontecerá - só não sabemos quando. No passado, poderíamos pensar que levaria 400 ou 500 anos, mas, agora, podemos imaginar que será possível em 30 anos."








A Alcor diz que sua ação é "uma experiência no sentido literal da palavra". A ONG não promete uma segunda segunda vida, mas diz que a criogenia é um "esforço para salvar vidas". Einz é a 134ª paciente da Alcor e a mais nova. 

Não é possível saber se Einz vai "renascer", mas os pais não desistem, continuando a lutar até que esse milagre aconteça.

"Foi o nosso amor por ela que nos levou a este sonho da ciência. A sociedade está avançar para uma nova forma de pensar e um dia este procedimento vai gerar consensos”.