“Omitimos os nomes e a cara dos autores porque não temos a intenção de expor ninguém. Apenas queremos educar as pessoas para que no futuro pensem sobre as consequências antes de publicarem comentários racistas”, lê-se numa publicação no website da campanha.








 “Estas pessoas (que escrevem insultos online) pensam que se podem sentar no conforto das suas casas e fazer o que quiserem na internet. Nós não vamos deixar isso acontecer. Eles não se podem esconder de nós, vamos encontrá-los”, afirmou Jurema Werneck, a fundadora da ONG Criola à BBC Trending.