Bart Jansen é um taxidermista holandês, que embalsamou o seu gato e, posteriormente, transformou-o num drone. Segundo o homem, residente na Holanda, o objetivo foi prestar uma homenagem ao animal de estimação. 

O holandês apelidava o gato de "Orville Wright", o mesmo nome de um dos criadores do primeiro objeto voador, nos Estados Unidos. Por este motivo, a homenagem à morte do gato "tinha de voar".

Desenhei um gato com uma hélice a sair das costas e disse: 'vamos fazer um helicóptero'", explicou Jansen, acrescentando que trabalhou "no projeto durante um ano". "O custo foi de 2.500 euros, gastos apenas em materiais e não contabilizando as horas de trabalho de um engenheiro."

O trabalho do holandês foi possível com a colaboração do engenheiro Arjen Beltman, que é especialista em objetos voadores de pequenas dimensões. 

De acordo com a BBC, esta não é a única invenção insólita do holandês. Após ter transformado o seu gato num objeto voador, o homem já transformou ratos, tubarões e avestruzes em drones e, inclusive, transformou um texugo num submarino.

E não fica por aqui. Segundo Jansen, a coleção de animais mortos começou em 2007 e não parece ter fim. O holandês está neste momento a trabalhar com uma vaca e o objetivo é construir um drone capaz de transportar pessoas. 

Se é para voar, prefiro que seja alguma coisa estranha. Nunca sei qual será a próxima que construção que vou fazer, mas sei que quero construir um helicóptero no qual possamos voar", contou o holandês à estação britânica. 

Jansen e Beltman têm recebido vários pedidos para transformar animais de estimação em drones. No entanto, também há quem aponte muitas criticas a esta dupla. 

Nas redes sociais, os utilizadores classificam-nos como "loucos" e "insensíveis", enquanto outros acusam o trabalho como sendo "ridículo" e "completamente disparatado".

Segundo a imprensa internacional, o holandês já recebeu, inclusive, ameaças de morte, mas diz que não vai parar o seu trabalho.