O The Hoonicorn já é, por si só, uma besta no que à força diz respeito, ou não tivesse um motor de 6.7 litros V8 a debitar 845 cv de potência e 975 Nm de binário. No entanto, Ken Block decidiu "melhorá-lo" com dois turbos com escapes verticais no capot alimentados a metanol. Resultado? Uns impressioantes 1.400 cv de potência.

"Este carro é de loucos. Senti sinceramente que ele queria matar-me!", confessou Block durante o anúncio desta corrida em Tóquio. "Antes de adicionar os dois turbos, este era o carro que mais prazer me deu a guiar. Agora continua a ser assim, mas derrete pneus ridiculamente rápido!"

São 1.400 cv e Block claramente faz uso de todos eles nesta subida a Pikes Peak, denominada Climbkhana. Conforme podemos ver nas imagens, os pneus rapidamente começam a deitar fumo e continuam assim durante o resto da subida. Um dos momentos mais espetaculares do percurso são os peões que Block faz em torno de um helicóptero prestes a levantar voo.

Esta não foi a primeira vez que Block subiu o Pikes Peak e as marcas dos pneus no alcatrão são disso prova, uma vez que certamente terá feito alguns ensaios antes de gravar.

À medida que Block avança, começa a correr mais riscos. Numa das curvas, a traseira do Hoonicorn fica completamente sem chão, quase que "pendurada" de fora da montanha, naquilo que é uma verdadeira prova de coragem e controlo. Outro momento que fica na retina é quando Block faz um drift a rasar o rail, mas sem fazer um risco que seja num ou noutro.