Os fãs de uma famosa youtuber britânica, Marina Joyce, lançaram o pânico nas redes sociais por acharem que a jovem estava a ser vítima de maus-tratos ou que estava dependente de drogas. Entre as alegadas acusações, alguns dos seguidores chegaram até a pensar que a jovem estava a ser controlada pelo Estado Islâmico.

Marina Joyce manteve-se sempre ativa na Internet e afirmava que estava "bem", mas os seguidores não se convenceram com as declarações da youtuber até a polícia ter ido a casa da jovem e ter dito que estava tudo bem com ela. 

Mais tarde, a jovem deu uma entrevista a um jornal britânico, onde agradece a todos os fãs pela preocupação, mas agradece também pela visibilidade que a polémica deu ao seu canal do YouTube.

Estou muito emocionada com a onda de preocupação que os meus fãs geraram. Os meus fãs ajudaram muito o meu canal", disse a jovem ao jornal britânico The Sun.

Mas a onda de preocupação acabou, agora, por gerar outra polémica. Os fãs estão revoltados com as declarações da jovem e acusam-na de ter criado um "golpe de publicidade", porque a youtuber reconheceu a visibilidade que as suas redes sociais ganharam. 

Na mesma entrevista, a jovem desmentiu todos os rumores acerca de estar a ser vítima de violência e até mesmo de estar a ser controlada por membros do Estado Islâmico, alegando que "não há membros da ISIS aqui". 

Muitos utilizadores criaram montagens com os vídeos mais recentes da jovem, comparando-os com os mais antigos. Entre as alegações, os fãs comentam ter notado nódoas negras nos braços de Marina Joyce, um olhar "suspeito" e uma postura corporal "retraída" e "assustada". Os fãs chegaram a acreditar que a jovem estava a ser manipulada e que alguém a estava a obrigar a fazer os vídeos. 

A jovem tem agora mais de um milhão de seguidores do canal do YouTube, que até criaram a hashtag #SaveMarinaJoyce (Salvar a Marina Joyce), partilhada mais de 39 mil vezes no Twitter e ainda pertence ao TopTrend dos assuntos mais falados na rede social.