Astrónomos de todo o mundo estão a acompanhar atentamente o cometa Ison, que está cada vez mais perto do sol.

Descoberto em setembro do ano passado, o cometa aumentou a produção de gás e de brilho, nos últimos dias, o que o torna visível a olho nu, em alguns pontos da Terra.

A 28 de novembro, o Ison irá passar à volta do sol, a uma distância de 1,2 milhões de quilómetros, considerada uma rasante em termos astronómicos.

Nessa altura, o brilho do cometa vai aumentar significativamente, uma vez que temperatura poderá alcançar os cinco mil graus centígrados.

Estas condições poderão levar o Ison a fragmentar-se ou, simplesmente, vaporizar.

Se resistir, a 26 de dezembro vai atingir o ponto mais próximo da Terra, a uma distância 167 vezes mais distante do que a lua.