Provavelmente, ao aceder à sua conta de Facebook nos últimos dias foi-lhe já sugerido que partilhasse um vídeo em direto.

Desde janeiro que a rede social criou o Facebook Live, uma ferramenta semelhante ao Periscope, lançado pelo Twitter no ano passado, que permite partilhar vídeos em tempo real.

Na semana passada, o Facebook abriu as fronteiras dessa funcionalidade e inaugurou o “live map”. Na prática, a partir de agora, qualquer pessoa com um smartphone ou tablet Android ou iOS pode transmitir vídeos ao vivo através desta rede social. Até então, só os norte-americanos, celebridades ou meios de comunicação social o podiam fazer.

Além disso, é possível acompanhar todas as transmissões ao vivo que estão a acontecer no Facebook e perceber de que ponto do globo é que elas estão a ser gravadas. Para conseguir visualizar o mapa, só tem de ter o Facebook configurado em inglês.

No mesmo dia, Mark Zuckerberg, fundador da empresa, fez ele mesmo um vídeo em direto para falar das novidades da ferramenta e responder a questões feitas em tempo real pelos utilizadores.

Mas há uma razão para a rede social estar a apostar tanto nos vídeos em direto e lhe sugerir que opte por partilhar o seu último passeio ou viagem via Facebook Live, em vez de publicar centenas de fotografias.

O Facebook percebeu que este tipo de vídeo tem se tornado cada vez mais popular entre os 1,6 mil milhões de utilizadores. De acordo com fonte da empresa, citada pela BBC, estes vídeos geram dez vezes mais comentários do que os vídeos normais, além de "momentos verdadeiramente espontâneos e pessoais".