Um implante cerebral pode finalmente mudar a vida dos doentes que sofrem de Parkinson. Uma equipa de cientistas de Bristol, na Inglaterra, desenvolveu uma nova técnica para a cura da doença de Parkinson.

O método consiste na injeção mensal da proteína GDNF através de um cateter na parte danificada do tecido cerebral dos pacientes, como conta a «Sky News».

O objetivo é que a proteína incentive a regeneração das células danificadas pela doença e desta forma, melhore os movimentos corporais dos pacientes que sofrem de Parkinson. Os médicos do Hospital Frenchay, em Bristol, já testaram a nova técnica em seis pacientes e estão agora à procura de mais 36 para poderem continuar a investigação.

A doença de Parkinson, que afeta mais de 127 mil pessoas só no Reino Unido, desenvolve-se por falta de uma substância química chamada dopamina. A falta de dopamina faz com que as células nervosas morram e gera tremores, rigidez dos músculos, lentidão, entre outros problemas motores.

Anteriores estudos revelaram que a proteína GDNF estimulava o crescimento das células mortas, interrompendo a progressão da doença.

O projeto foi financiado por associações de portadores da doença de Parkinson. A fundação criada pelo ator Michael J. Fox, que sofre da doença, também fez uma grande doação.