Por: Redacção / RS | 23- 8- 2009 16: 40
Daqui a três anos, se a sociedade o permitir, gatos robots e outros aparelhos vão poder fazer companhia a idosos britânicos,
de acordo com o que noticia a agência Reuters.
Um relatório da Real Academia de Engenharia, publicado esta quinta-feira,
mostra que os soldados-robots e dispositivos cirúrgicos estão a ser rapidamente desenvolvidos. Para trás, fica o debate ético
e jurídico sobre a utilização dos mesmos.
Para além da criação de mascotes-robots, pode ser possível criar também
«babysitters robots», terapeutas e companhias sociais e até mesmo sexuais, de acordo com o relatório.
Temido
o isolamento dos idosos
Como os idosos devem constituir, até 2020, cerca de metade da população britânica, os
robots poderiam vir a ajudar a cuidar da saúde deste grupo.
«Não é um substituto completo para uma ligação semanal
do seu filho. O que se quer é uma atenção contínua, e isso é muito difícil», explicou Will Stewart, docente da Universidade
de Southampton, que contribuiu para o relatório.
Um robot poderia disparar um alarme em caso de acidente, por exemplo.
Mas
a ética é superior a esta ideia, visto que se teme que estes robots possam levar a um maior isolamento dos idosos.
Se
este problema ético e também social se resolver, alguns robots poderão ser disponibilizados dentro de um a três anos. A função
destes robots para auxílio de idosos seria a mesma que a de um enfermeiro.
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