Por: Redacção / RS | 1- 7- 2009 20: 13
Onze anos de prisão foi quanto valeu a um adolescente de 19 anos, portador de deficiência visual, por invadir sistemas
de operadoras de telefone de Boston para enganar o serviço de emergência dos Estados Unidos (911).
As falsas chamadas
chegaram a mobilizar a SWAT (grupo de elite da polícia norte-americana) que foi para a casa de inimigos do jovem. Esta prática
é conhecida como «swatting», de acordo com o que noticia o jornal «Globo».
O norte-americano Matthew Weigman, também
conhecido como «Li'l Hacker», de Revere, no Massachusetts, foi condenado na passada sexta-feira a 135 meses de prisão, por
um juiz federal em Dallas, por ser considerado culpado das acusações de conspiração para acesso a dispositivo para cometer
fraude e ameaça a testemunha ou vítima.
De acordo com a mesma fonte, que cita o jornal «Inquirer», Weigman começou
a fazer estes telefonemas aos 14 anos.
Fazia parte de um grupo de hackers, mas teve uma sentença ainda maior por
ter ameaçado um funcionário de uma operadora de telefones que descobriu o crime e o informou aos investigadores do FBI.
Já
em 2005, o adolescente tinha sido alvo de uma investigação federal por enviar uma equipa da SWAT à casa de uma rapariga que
recusou participar em sessões de sexo por telefone com ele.
Sean Paul Benton, 23, outro membro do grupo de hackers,
foi condenado a 18 meses de prisão. Já Carlton Nalley também se declarou culpado das mesmas acusações, mas não compareceu
ao tribunal na passada semana.
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