"Foi assustador pensar que o tratamento nunca tinha sido usado num humano antes. Mas, mesmo com os riscos, não havia dúvidas de que queríamos tentar o tratamento (…) Ela estava doente e com muitas dores por isso tínhamos de fazer alguma coisa (...) Os médicos explicaram que, mesmo se pudéssemos tentar o tratamento, não havia nenhuma garantia de que ele iria funcionar, mas rezámos para que resultasse.", disse o pai de Layla, Ashleigh Richards ao jornal "Mirror".