Stephen Hawking alerta que «o desenvolvimento da inteligência artificial pode significar o fim da humanidade».

«Os humanos, que estão limitados pela sua evolução biológica, não podem competir [com as máquinas] e serão superados, disse o físico à BBC.

Ironia do destino, já que é precisamente uma forma de inteligência artificial – o software da sua cadeira de rodas, produzido pela Intel – que lhe permite falar, já que o cientista está paralisado devido a uma esclerose lateral amiotrófica diagnosticada aos 21 anos.

«As formas primitivas de inteligência artificial que temos já se mostraram muito úteis, mas o desenvolvimento de uma inteligência artificial completa poderia acabar com a raça humana».

As declarações do britânico de 72 anos em 2014 fazem temer os piores receios do filme realizado por Stanley Kubrick em 1968, «2001: Odisseia no espaço», que retrata precisamente a relação entre os computadores e os humanos.